Ouso, aqui, poesia.
Eis que o novo messias ressurgirá,
no manifesto da população.
Comeremos a todos!
Andarás, Oswald, de novo.
Em cada pedaço de todo antropo,
mastigar-se-á,
engolir-se-á,
tudo,
todos.
À enguios.
À enjôos.
Na ressaca, pois, digeriremos,
em nossa antropofagia ousada,
a politicaria.
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