terça-feira, 26 de abril de 2011

as vezes acontece assim...

Saudade é uma coisa que bate sem ver nem pra quê. Saudades vem de muitas coisas de pessoas, de lugares, de momentos, até mesmo de você mesmo em outros tempos.
Foto a partir do meu olhar.

Saudades que as vezes acalenta, mas quem outras mal trata.
Saudades que sustenta e que logo lhe arrasta...
Saudades que confunde, que ilude, que repara.
Saudades que muitos entedem mas poucos sabem explicar.
e assim acontece, vem assim sem rumo nem prumo, sem muito menos hora marcada.
e fica dentro da gente, sem dizer quase nada,
mas é quando você se cala que logo lhe arrebata.

Saudades é assim...
Saudades sim...
Saudades em mim...

domingo, 17 de abril de 2011

Este dia de Domingo...

Acordando com uma ressaca moral...indagam-me: vai?
Eu ainda penso, mas resolvo: vou!
O que parecia um dia comum e monótono de repente continuou sendo.
Mas com uma peculiaridade. permaneci no periodo vespertino.
Enfim, bebi algumas cervejas, falei pouco, não consegui travar diálogos com as outras pessoas... só bebi.
Mas observei bastante, escutei... e é interessante. Musica que não me agradava, mas que representava algo do cotidiano daquele circuito de pessoas (se não deixei claro, não é muito comum ao meio dia-a-dia, pois acabo me classificandp como sendo de outros circuitos).
Pois bem, coisas do dia-a-dia foi interessante escutar, ver pessoas dançando representando valores tão socialemnte comuns que acabo esquecendo ou estranahanod por viver mas comumente num circuito minimo que se diz intelectualizado muitas vezes. Diverti-me! Pretendo participar mais vezes, pois esse tipo de experiência é mais comumente vivido por muitas pessoas do que, possilvelmente, pode-se imaginar.

Um início...

Foto a partir do meu olhar.
Poesia, texto, escrita é isso mesmo...Aliás, escrever é isso mesmo...
Muitos escrevem alguma coisa... Penso que palavras nós sabemos algumas, outros mais, outros menos, outros falando, outras escrevendo. Mas sabemos...

Mesmo quando pensamos que inventamos uma palavra, logo nos damos conta que ela é uma meia compilação artesanal de outras. Mesmo que não sejam, mas as letras continuam a se repetir.
Portanto, palavras e letras, sim, podemos sabê-las. Porém, nunca serão particulares, privadas, simplesmente nossas...

Pois, mesmo que a confinemos em segredo no mais seguro e escondido lugar, sempre alguém entenderá alguma coisa...e, quem sabe, também escreverá alguma coisa.
Escrever é assim mesmo.
Aliás poesia é assim mesmo...