| Foto a partir de meu olhar. |
quarta-feira, 6 de julho de 2011
quinta-feira, 30 de junho de 2011
[...]
como diria um bom amigo poeta: "eu me auto-saboto".
Geraldo Azevedo, diz: "A gente se ilude dizendo/ Dizendo já não há mais coração"
e o meu, para dizer que está aqui, brincou de dar rasteira, que chegou a doer antes da queda.
Por sorte nesse tipo de rasteira, bambo no pé, tremo as pernas, abro os braços, tudo isso querendo evitar uma queda.
[...]
Geraldo Azevedo, diz: "A gente se ilude dizendo/ Dizendo já não há mais coração"
e o meu, para dizer que está aqui, brincou de dar rasteira, que chegou a doer antes da queda.
Por sorte nesse tipo de rasteira, bambo no pé, tremo as pernas, abro os braços, tudo isso querendo evitar uma queda.
[...]
sábado, 25 de junho de 2011
imaginem essa porta....
[...]Esta porta se chama realidade,
por ela entra e sai tudo.
o que vemos
o que ouvimos
o que sentimos
o que falamos
o que pensamos
Porém, ao abrí-la,
engana-se aquele que pensa encontrar respostas,
na verdade, encontrar-se-á perguntas.
Mas isso não é motivo para angústia.
Pois perguntas motivam o movimento.
E o movimento mudará a realidade!
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Um amanhã particularmente de sempre
Amanhã, será um dia do qual não espero muita coisa. mais uma terça, mais um dia 24, mais uma terceira parte de uma semana. Aliás, será só um dia, uma convenção humana. Porém, graças as simbologias e conjuntos de valores agregados a datas em consequencia de uma cultura que implica significados simbólicos a fatos e a convenções, gozarei de alguns privilégios sociais. Que proporciona a ideia de que um "dia" pode ser seu. propriedade, posse, direito sobre...Interessante, a posse de um dia. A que ponto pode-se chegar a carga de significado, pois ao mesmo tempo que se pode ter consciêcia dessa convenção, tem se também no próprio pensamento o peso dessa abstração que de tão carregada desenvolve status de realidade, e para nós existe e é quase palpável, se realmente já não o é mesmo. êiê.
domingo, 1 de maio de 2011
Rupturas psicoepistemologicas..
Estava aqui pensando cá com eus botões sobre experiências que tenho vivido nos ultimos dias. Tenho estudado há alguns anos para me tornar um pesquisador, focado nas relações sociais, consequentemente, os caminhos levam diretamente a pesquisar experiências de outras pessoas. Bem, não quero trazer aqui uma reflexão teórica sobre a perspectiva da pesquisa e do trabalho em campo e blá, blá, blá...tudo o que se ver no dia-a-dia acadêmcio. Mas minha experiência é na seguinte questão. passamos alguns anos lendo teorias, conecendo gandes pesquisas, estudos de casos, papéis e mias papeis, uns mais outro menos. enfim, mesmo com toda a melhor descreiçõa do trabalho a pesquisa são feitas com pessoas. o que quero dizer é: parece de tanto estudarmos e vermos palavras sobre determinados assuntos, parece que esquecemos que vamos interagir com pessoas e não meros dados. O meu caso é que tive dificuldade, como chamamos na acadêmia, de "ir a campo". e esqueci que o que permeia isso diretamente é uma relação humana que tenho que travar obrigatóriamente com as pessoas. tenho que simplesmente conversar com elas. E parece que eu havia esquecido disso. o "objeto" de estudo são pessoas normais, nem pior nem melhor, pessoas.
então, isso tenho pensado sobre isso no ato da pesquisa: conversamos com pessoas não com informações ou conceitos, e é necessária primeiro uma relação minimamente respeitosa para que se possa trabalhar e produzir algo.
Não sei se faz algum sentido, mas resolvi pensar e escrever algo sobre isso.
então, isso tenho pensado sobre isso no ato da pesquisa: conversamos com pessoas não com informações ou conceitos, e é necessária primeiro uma relação minimamente respeitosa para que se possa trabalhar e produzir algo.
Não sei se faz algum sentido, mas resolvi pensar e escrever algo sobre isso.
terça-feira, 26 de abril de 2011
as vezes acontece assim...
Saudade é uma coisa que bate sem ver nem pra quê. Saudades vem de muitas coisas de pessoas, de lugares, de momentos, até mesmo de você mesmo em outros tempos.
Saudades que as vezes acalenta, mas quem outras mal trata.
Saudades que sustenta e que logo lhe arrasta...
Saudades que confunde, que ilude, que repara.
Saudades que muitos entedem mas poucos sabem explicar.
e assim acontece, vem assim sem rumo nem prumo, sem muito menos hora marcada.
e fica dentro da gente, sem dizer quase nada,
mas é quando você se cala que logo lhe arrebata.
Saudades é assim...
Saudades sim...
Saudades em mim...
| Foto a partir do meu olhar. |
Saudades que as vezes acalenta, mas quem outras mal trata.
Saudades que sustenta e que logo lhe arrasta...
Saudades que confunde, que ilude, que repara.
Saudades que muitos entedem mas poucos sabem explicar.
e assim acontece, vem assim sem rumo nem prumo, sem muito menos hora marcada.
e fica dentro da gente, sem dizer quase nada,
mas é quando você se cala que logo lhe arrebata.
Saudades é assim...
Saudades sim...
Saudades em mim...
domingo, 17 de abril de 2011
Este dia de Domingo...
Acordando com uma ressaca moral...indagam-me: vai?
Eu ainda penso, mas resolvo: vou!
O que parecia um dia comum e monótono de repente continuou sendo.
Mas com uma peculiaridade. permaneci no periodo vespertino.
Enfim, bebi algumas cervejas, falei pouco, não consegui travar diálogos com as outras pessoas... só bebi.
Mas observei bastante, escutei... e é interessante. Musica que não me agradava, mas que representava algo do cotidiano daquele circuito de pessoas (se não deixei claro, não é muito comum ao meio dia-a-dia, pois acabo me classificandp como sendo de outros circuitos).
Pois bem, coisas do dia-a-dia foi interessante escutar, ver pessoas dançando representando valores tão socialemnte comuns que acabo esquecendo ou estranahanod por viver mas comumente num circuito minimo que se diz intelectualizado muitas vezes. Diverti-me! Pretendo participar mais vezes, pois esse tipo de experiência é mais comumente vivido por muitas pessoas do que, possilvelmente, pode-se imaginar.
Eu ainda penso, mas resolvo: vou!
O que parecia um dia comum e monótono de repente continuou sendo.
Mas com uma peculiaridade. permaneci no periodo vespertino.
Enfim, bebi algumas cervejas, falei pouco, não consegui travar diálogos com as outras pessoas... só bebi.
Mas observei bastante, escutei... e é interessante. Musica que não me agradava, mas que representava algo do cotidiano daquele circuito de pessoas (se não deixei claro, não é muito comum ao meio dia-a-dia, pois acabo me classificandp como sendo de outros circuitos).
Pois bem, coisas do dia-a-dia foi interessante escutar, ver pessoas dançando representando valores tão socialemnte comuns que acabo esquecendo ou estranahanod por viver mas comumente num circuito minimo que se diz intelectualizado muitas vezes. Diverti-me! Pretendo participar mais vezes, pois esse tipo de experiência é mais comumente vivido por muitas pessoas do que, possilvelmente, pode-se imaginar.
Um início...
| Foto a partir do meu olhar. |
Muitos escrevem alguma coisa... Penso que palavras nós sabemos algumas, outros mais, outros menos, outros falando, outras escrevendo. Mas sabemos...
Mesmo quando pensamos que inventamos uma palavra, logo nos damos conta que ela é uma meia compilação artesanal de outras. Mesmo que não sejam, mas as letras continuam a se repetir.
Portanto, palavras e letras, sim, podemos sabê-las. Porém, nunca serão particulares, privadas, simplesmente nossas...
Pois, mesmo que a confinemos em segredo no mais seguro e escondido lugar, sempre alguém entenderá alguma coisa...e, quem sabe, também escreverá alguma coisa.
Escrever é assim mesmo.
Aliás poesia é assim mesmo...
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