segunda-feira, 23 de maio de 2011

Um amanhã particularmente de sempre

Amanhã, será um dia do qual não espero muita coisa. mais uma terça, mais um dia 24, mais uma terceira parte de uma semana. Aliás, será só um dia, uma convenção humana. Porém, graças as simbologias e conjuntos de valores agregados a datas em consequencia de uma cultura que implica significados simbólicos a fatos e a convenções, gozarei de alguns privilégios sociais. Que proporciona a ideia de que um "dia" pode ser seu. propriedade, posse, direito sobre...Interessante, a posse de um dia. A que ponto pode-se chegar a carga de significado, pois ao mesmo tempo que se pode ter consciêcia dessa convenção, tem se também no próprio pensamento o peso dessa abstração que de tão carregada desenvolve status de realidade, e para nós existe e é quase palpável, se realmente já não o é mesmo. êiê.

domingo, 1 de maio de 2011

Rupturas psicoepistemologicas..

Estava aqui pensando cá com eus botões sobre experiências que tenho vivido nos ultimos dias. Tenho estudado há alguns anos para me tornar um pesquisador, focado nas relações sociais, consequentemente, os caminhos levam diretamente a pesquisar experiências de outras pessoas. Bem, não quero trazer aqui uma reflexão teórica sobre a perspectiva da pesquisa e do trabalho em campo e blá, blá, blá...tudo o que se ver no dia-a-dia acadêmcio. Mas minha experiência é na seguinte questão. passamos alguns anos lendo teorias, conecendo gandes pesquisas, estudos de casos, papéis e mias papeis, uns mais outro menos. enfim, mesmo com toda a melhor descreiçõa do trabalho a pesquisa são feitas com pessoas. o que quero dizer é: parece de tanto estudarmos e vermos palavras sobre determinados assuntos, parece que esquecemos que vamos interagir com pessoas e não meros dados. O meu caso é que tive dificuldade, como chamamos na acadêmia, de "ir a campo". e esqueci que o que permeia isso diretamente é uma relação humana que tenho que travar obrigatóriamente com as pessoas. tenho que simplesmente conversar com elas. E parece que eu havia esquecido disso. o "objeto" de estudo são pessoas normais, nem pior nem melhor, pessoas.
então, isso tenho pensado sobre isso no ato da pesquisa: conversamos com pessoas não com informações ou conceitos, e é necessária primeiro uma relação minimamente respeitosa para que se possa trabalhar e produzir algo.



Não sei se faz algum sentido, mas resolvi pensar e escrever algo sobre isso.