Não sou muito acostumado a pesadelos. Sonhos, sim. Sejam sonhos "bons" ou "ruins".
Hoje a noite sonhei com coisas que me perturbam atualmente. Já tive muitos pesadelos, é claro. Mas, esse, em especial, "bateu". Por quê? Porque nele eu nem morri, nem ninguém que eu amo; nem cai do espaço, nem da cama; nem mergulhei, nem "enguiei".
Foi um sonho-pesadelo-sonho tão racional e real que nem lembro mais.
São assim os sonhos: te arrebata e pouco te lembram depois, mas te permanecem.
Esse é o meu bom dia.
quinta-feira, 11 de junho de 2015
segunda-feira, 1 de junho de 2015
A /quão-dura/ da escritura
Uma vontade grande de escrever. Não sobre uma coisa, mas sobre qualquer coisa. Escrever, escrever e escrever. Se não fosse o que mais tenho tentado fazer, seria mais simples do que dizer: es-cre-ver.
Os ânimos da escrita ficaram pelo caminho. O desanimo pesado fez esse mesmo caminho parecer e se tornar longo. Assim, os passos se acumularam e já não tão fáceis de serem dados. O que antes parecia fluído e possibilitava admirar o percurso, parar, olhar para os lados, para cima e, também, para baixo. Em que o cansaço era seguido de alívio e da retomada das pegadas deixadas para trás. Agora parece uma atividade mecânica, apenas um passo seguido do outro. Preso a cada um, um de cada vez. Movimento cansativo. Quando para, há pouco interesse no caminho. Só se pensa no que ainda falta andar e a vontade é de, simplesmente, "passar".
Assim, nesse momento, o escrever se tornou uma tarefa de "visão de burro", que só se olha para frente. Perdi o hábito de parar e olhar em volta. Na verdade, não sei se perdi, se deixei ou guardei pelo caminho.
Sobre o ofício de escrever, confesso: quero mesmo é parar de ter que escrever e voltar a, simplesmente, poder escrever.
Os ânimos da escrita ficaram pelo caminho. O desanimo pesado fez esse mesmo caminho parecer e se tornar longo. Assim, os passos se acumularam e já não tão fáceis de serem dados. O que antes parecia fluído e possibilitava admirar o percurso, parar, olhar para os lados, para cima e, também, para baixo. Em que o cansaço era seguido de alívio e da retomada das pegadas deixadas para trás. Agora parece uma atividade mecânica, apenas um passo seguido do outro. Preso a cada um, um de cada vez. Movimento cansativo. Quando para, há pouco interesse no caminho. Só se pensa no que ainda falta andar e a vontade é de, simplesmente, "passar".
Assim, nesse momento, o escrever se tornou uma tarefa de "visão de burro", que só se olha para frente. Perdi o hábito de parar e olhar em volta. Na verdade, não sei se perdi, se deixei ou guardei pelo caminho.
Sobre o ofício de escrever, confesso: quero mesmo é parar de ter que escrever e voltar a, simplesmente, poder escrever.
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