quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Com vandalismo!

- Caiam mil portas de vidro de agências bancárias e que mil escolas sejam ocupadas em prol da melhora na educação pública. Disse Moisés, no 36º mandamento, depois de um tempo viajando pelo mundo e parando no Brasil. Tudo após um banho de mar e uma caminhada pelos bairros de periferias das grandes cidades.
Há quem diga que ele foi até o sertão e disse que as adutoras seguiam no sentido errado. Parece que o caminho das águas, em vez de convergir para os camponeses, seguia para o litoral para diluir o calor de uma grande fábrica.
Resolveu descer mais ao sul, tentou abrir caminho perante um rio, mas seu cajado só era eficaz com água, no rio só tinha lama.
Parou, então, no Rio de Janeiro e olhou para aquela estátua de um conhecido em cima de um monte. Pensou naquele cara que nasceu depois dele, que dizem ter sido apenas um, mas ele arrisca pensar que poderia ter sido vários, assim como ele. Olha para o lado e viu um carro de modelo não muito novo. Cinco jovens saiam para ser felizes.
Quebrou o cajado, deu razão ao baiano Raul Seixas e pediu para descer do mundo. E ele nem soube da grande Messejana.

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