sexta-feira, 20 de julho de 2012

É assim...


Foi um, foi dois dias, talvez meio-dia ou meia-noite.
As horas passam, assim, sem muito fidelidade com o relógio. Passam diferente, pois o tempo é o da gente.
E nesse tempo a gente pensa, vive e sente.
Um dia que podia ser dois, três, ... sete... Uma noite que corresse sem pressa, que virasse dia, mas que não deixasse a gente.
Em um minuto, um instante, de repente: um suspiro. Entra pela mente, um calor, que até tira o ar da gente.
Não pesa, é leve, é macio...
Não se trata de precisão, nem definição, é coisa que se sente, as vezes nem se entende.

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